Lua de mel na Europa: Paris

GENTE! CASAMOS! <3

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Foi no dia 18 de abril, em uma pousada charmosinha aqui em Petrópolis, na serra do Rio. E tava tudo lindo, do jeito que a gente imaginava: simples e na presença apenas de alguns amigos e familiares.

Mas depois teremos fotos lindonas do casamento e eu vou poder contar melhor pra vocês. Hoje eu tô aqui pra compartilhar um pouquinho de como foi a viagem de lua de mel, que fizemos dois dias depois. Embarcamos pra três cidades europeias cheios de documentos debaixo do braço e com muitos alertas de que poderíamos, inclusive, ter de voltar pra casa por conta das demandas da imigração nos países que visitaríamos. Se isso de fato tem acontecido com alguns viajantes, eu não saberia dizer, pois não notamos qualquer tipo de problema nesse sentido. Então estou aqui pra tranquilizar os casais (ou não) que estão planejando a ida pra eu Europa. Vou contar em três posts separados, sendo um por cidade: Paris, Londres e Edimburgo. Então senta, que lá vem história 🙂

PARIS: A CIDADE DAS LUZES

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Tchau, Rio!

Embarcamos no Galeão, no Rio, pela TAP. Nunca tínhamos voado com essa companhia e foi uma grata surpresa. Ótimo atendimento, comidinha deliciosa e bom entretenimento durante o voo. Tentei ver alguns filmes, mas dormia e acordava entre todos eles, então acabei desistindo. Tivemos um pouco de turbulência na ida (e bem mais na volta!), mas correu tudo bem. Chegamos a Lisboa cerca de 9h depois. Achamos que teríamos mais tempo antes de pegar nossa conexão, mas a fila de controle de passaporte estava bem grande. Quando chegamos do outro lado, não sobrava tempo pra mais nada. Logo, embarcamos pra Paris. O voo durou cerca de 2h30.

Como já havíamos passado pela imigração em Portugal, não precisamos fazer isso novamente na França. Chegamos no Aeroporto de Orly (aquele do samba do Chico) e pegamos um táxi para o hotel. Ficamos no Tim Hotel Tour Eiffel, a algumas quadras da torre. Foi bem satisfatório, apesar de que eu criei uma expectativa de acomodações um pouquinho melhores. Deveria ter me informado mais. Como chegamos horas antes do check in – por volta de 7h, horário local -, fomos bater perna justamente no ponto turístico mais conhecido da cidade.

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A primeira impressão foi de que a torre parecia muito mais alta à distância. Não que seja uma decepção – todo o entorno é lindo e só de ver aquele monumento grande, construído séculos atrás, faz a gente sentir uma certa reverência. O ponto negativo é que, por ser uma área de quase 100% circulação de turistas, é meio que o hot spot para batedores de carteira. Um golpe conhecido é o do abaixo-assinado: você é abordado por meninas, em geral, com uma prancheta. Elas alegam que querem sua assinatura para alguma causa e, quando você se distrai assinando, alguém leva a sua carteira ou itens que você tenha e que sejam fáceis de pegar. A dica é: continue andando e elas não vão te seguir (pelo menos, não que eu saiba). A mesma dica vale para os ambulantes que trabalham nas ruas de todo o entorno da torre. Eles têm uma abordagem de te “fechar” na rua, já que geralmente estão em grupos de 3 ou 4, diminuindo o espaço que o pedestre tem pra passar. É só desviar, que fica tudo bem.

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Apesar de estar tomado de homens do exército carregando fuzis (uma consequência do ataque à Charlie Hebdo, imaginamos), o Trocadéro foi um espaço muito mais agradável, pois de lá se vê a torre em todo o seu esplendor, mas sem tantas pessoas querendo te abordar. Tive a mesma sensação que tive no Caminito, em Buenos Aires: ok, tudo lindo, mas quero sair desse lugar logo, porque tá difícil de curtir o passeio com tantas interferências externas.

Beeem melhor daqui!
Beeem melhor daqui!

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Mais bonita ainda à noite!
Mais bonita ainda à noite!
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Nosso primeiro almoço na França 🙂

Quando deu o horário do check in, fomos pro quarto colocar os pés pro alto. Tanto eu quanto Daniel ficamos com os pés inchados, por ficarem mais de 24h pra baixo o.O

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Se liga nessa arquitetura

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Na parte da tarde, pegamos o trem e fomos pra Notre Dame. Encontramos a igreja fechada, mas foi bem a tempo de ouvirmos o Quasímodo tocando os sinos! Estava com aquele sol de fim de tarde, o que deixou tudo bem mágico. Em seguida, atravessamos a rua e fomos à livraria que eu mais queria visitar na vida: a Shakespeare and Company. Ela é uma livraria fundada em 1951 mas que parece até mais antiga, que tanta história que circula ali dentro. Você olha pra um lado, e tem uma foto do Hemingway exatamente onde você está. Infelizmente, não dá pra fotografar lá dentro, mas talvez isso torne a experiência ainda melhor pelo fato de que a gente esquece os celulares e câmeras por um tempo e foca naquelas prateleiras. Levei um livro do Chuck Palahniuk e o Daniel comprou um sobre histórias e lendas celtas. De quebra, comprei uma ecobag pra lembrar com muito carinho dessa visita <3

Esse foi o primeiro vídeo que gravamos por lá para o nosso canal no YouTube. Assista e assine para receber todas as novidades!

Gente, ela existe! * - *
Gente, ela existe! * – *

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Todo o entorno de Notre Dame é adorável. Voltamos lá algumas vezes para comer e comprar souvenires. Tem muitas lojinhas com tudo de Paris que vocês pode imaginar, e com preços acessíveis. Para comer, recomendo os sanduíches de restaurantes gregos, que você pode levar para comer enquanto anda, e custa só cinco euros. O RER é um trem confortável, não é super cheio e te leva para os principais pontos turísticos de Paris de forma bem confortável. Usamos para tudo lá, com a facilidade de que um bilhete pode ser usado durante um tempinho, barateando todo o passeio.

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Baguette com frango, alface, tomate e batata frita
Sanduíche de baguette perto da Shakespeare and Company
Sanduíche de baguette perto da Shakespeare and Company

No dia seguinte, fomos ao Museu D’Orsay, que fica em uma antiga estação de trem. Sem dúvida, é um dos mais bonitos que já visitamos. Ele tem várias obras de mestres impressionistas, que é o meu período da história da arte favorito (apesar de não entender muito do assunto). Vi meus primeiros Monets ali, mas tem Van Gogh, Renoir, Rembrandt, etc.

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Vista do relógio da antiga estação
Vista do relógio da antiga estação

Escolhemos subir o Arco do Triunfo ao invés da Torre. Não me arrependo, apesar da subida que deixa qualquer um sem ar. Devem ter sido uns 200 degraus, em uma escada estilo caracol, então não recomendo para claustrofóbicos. Mas chegamos ao topo e, além de uma galeria com exibições de arte, tem uma lojinha de souvenires. Na parte externa, tem uma vista incrível de Paris. Dá pra ver até bem longe, mas com a torre como protagonista e o Champs-Élysées logo que você olha pra baixo. Teria preferido se tivéssemos pegado o entardecer lá em cima, porque como vocês podem ver abaixo, é lindo mesmo ali embaixo. Passamos o resto da tarde e comecinho da noite visitando as lojas do Champs-Élysées. Fui no templo da maquiagem, a Sephora, e na loja da Mac. Achei os preços dentro da expectativa, e me encantei com a loja da Disney. Só não comprei nada porque não encontrei produtos legais da minha princesa favorita, a Merida, de “Valente”. Mas tinha tuuudo que vocês podem imaginar de Frozen, dos Vingadores, de Star Wars… Daniel ficou louco lá dentro, e também na loja do Paris Saint-Germain. Pra matar a fome depois e não gastar muito, optamos várias vezes pelos crepes, que são enormes e custam cerca de 3 euros. Pra vocês terem ideia, uma refeição completa, com entrada, prato principal e sobremesa, não sai por menos de 10 euros por pessoa.

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QUE. VISTA.
QUE. VISTA.
Champs-Elysées ali embaixo
Champs-Elysées ali embaixo
Voltando pro hotel depois das compras... essa vista.
Voltando pro hotel depois das compras… essa vista.
Morador ilustre de Champs-Elysées
Morador ilustre de Champs-Elysées

O dia seguinte foi o que eu aguardava com mais ansiedade: fomos à casa do Monet, em Giverny! Desde os 9 anos tenho esse sonho. Como boa parte das crianças que sonham com esse passeio, tudo começou com a leitura de “Linéia no Jardim de Monet”, que eu peguei na biblioteca da escola e li e reli. Como era difícil comprar livros em Leopoldina na época, xeroquei para ter sempre comigo. No ano passado, me lembrei desse livrinho tão importante pra mim, e finalmente me dei um original de presente. Nem imaginava que, pouco tempo depois, eu ia conseguir realizar esse sonho! Uma das coisinhas que comprei na lojinha por lá foi um caderno de desenho com a Linéia na capa – tem muitos produtos da personagem, inclusive uma bonequinha de pano que eu com certeza vou querer dar pros meus filhos quando puder levá-los pra fazer essa viagem um dia 🙂

Tentamos até adquirir o passeio com a nossa operadora de turismo, mas ia sair super caro! Encaramos a aventura e fomos por conta própria. Acordamos seis da manhã, pegamos o metrô perto do hotel e fomos até a estação Gare St.-Lazare. De lá, saem trens intermunicipais e, nesse caso, estávamos indo para a região da Normandia! Lá, é preciso encontrar o guichê das Grandes Lignes, e adquirir a passagem de ida e volta com destino a Vernon. Ficou em cerca de 28 euros por pessoa, ida e volta. A viagem dura cerca de 50 minutos e, lá em Vernon, você pega um ônibus logo em frente à estação de trem. Ele é um serviço de shuttle que leva diretamente a Giverny, um povoado pequeno e que faz parte desse distrito. Os ônibus são confortáveis e novos, e a passagem custa 4 euros, ida e volta, por pessoa. O trajeto até a casa de Monet são cerca de 10 minutos. O ônibus de volta tem a partir de 11h, se não me engano. Perdemos o de 12h15 e tivemos que esperar duas horas pelo próximo! Mas tudo bem, tivemos um almocinho gostoso na Normandia.

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Se liga na cara da criança feliz :D
Se liga na cara da criança feliz 😀
Sim, pode subir na ponte japonesa * - *
Sim, pode subir na ponte japonesa * – *

O jardim de Monet, em si, é um sonho. O ponto final do ônibus é no começo de um pequeno bosque, onde tem um busto do pintor e uma passagem subterrânea que leva até o outro lado da estrada. Lá, se caminha entre 5-10 minutos até chegar na casa. É um passeio gostoso, com aquelas casinhas estilo interior da França e com lojinhas de artesanato e restaurantes. Todos com nomes fazendo referência ao morador famoso, claro. Chegamos mais ou menos 15 minutos depois da abertura e já estava bem cheio! Compramos nossas entradas com ingresso casado para o Museu Orangerie, onde iríamos no fim do dia.

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NÃO. DÁ. PRA. NÃO. FOTOGRAFAR.
NÃO. DÁ. PRA. NÃO. FOTOGRAFAR.

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A entrada já é no jardim, com a casa do lado direito e todo o esplendor das flores coloridas do outro lado. Elas são sortidas, de várias cores e todas juntas, o que deixa tudo ainda mais lindo. Tulipas enooormes e vários outros tipos de plantas lindas – botânica não é meu forte, mas eu adoro olhar e sentir o cheiro. Você passa por algumas das fileiras de flores e sai em uma outra passagem subterrânea, que leve para a parte aquática do jardim. É lá que fica o famoso lago com a ponte japonesa, o barquinho que Monet pintou e as plantas do próprio lago. O difícil é conseguir parar para tirar uma foto sua, fazendo pose, pois os caminhos são bem estreitinhos e todo mundo quer tirar foto de tudo! Compreensível, porque não dá pra não tirar foto naquele lugar. Há muitos banquinhos ao longo do trajeto, mas talvez você nem se canse, pois o jardim é menor do que parece.

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Vista da varanda
Vista da varanda
Cara de quem não acredita que tá no atelier do Monet
Cara de quem não acredita que tá no atelier do Monet
Vista do quarto dos Monet
Vista do quarto dos Monet

Voltamos para a casa e entramos para conhecer os aposentos. Em quase todos, é possível entrar e tirar fotos. Começamos pelo atelier do Monet, onde ainda ficam vários quadros que ele pintou ali na casa, além de fotos dele naquele espaço. É mágico imaginar um mestre como ele trabalhando ali.

Cada cômodo da casa era de uma cor, o que dá um charme todo especial. Amei especialmente a cozinha.

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Depois, corremos pra voltar pra Paris. Passamos rapidinho no Louvre, mas desistimos de entrar porque sabíamos que não teríamos tempo pra ver muuuuita coisa legal. Fomos na pirâmide, que fica na parte externa, e também conseguimos visitar a lojinha. O Daniel tem uma coleção muito legal, de lápis de museus do mundo todo, e sempre vamos nas gift shops comprar algo pra aumentar a coleção dele.

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Nos encaminhamos então para a Orangerie, que fica do outro lado do Louvre, em uma extremidade do Jardin des Teuleries. Chegamos a sentar um pouquinho pra descansar ali, que é um espaço lindo. Como já tínhamos ingresso, permitiram a nossa entrada. Nem tínhamos interesse em ver mais nada além das ninfeias do Monet. Elas são murais enormes, que ficam em duas salas circulares. Cada uma das 8 paredes tem uma parte do mural, e dá pra perceber a passagem do tempo entre elas – um Monet mais jovem e outro talvez já envelhecendo e com problemas na visão. As salas só tem essas pinturas e banquinhos, pra você sentar e absorver a grandiosidade daquilo. Foi a segunda ou terceira vez que eu chorei vendo um Monet naquela viagem, e não seria a última.

Jardin des Teuleries e eu com sol na cara
Jardin des Teuleries e eu com sol na cara

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Também demos um pulinho em Montmatre. Essa foi uma região que eu queria ter conhecido melhor, mas onde não ficamos muito tempo por conta de tantos alertas de assaltos por ali. Fomos mesmo para comer crème brûlée no Café des Deux Moulins, que foi utilizado como locação do filme “O fabuloso destino de Amélie Poulain”, um dos nossos favoritos <3

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Esse foi o único lugar onde fomos mal atendidos em Paris. Apesar da fama de marrentos e mal educados, os parisienses foram totalmente o oposto. Inclusive, foram super pacientes com o meu francês! rs Mas no Deux Moulins, o garçom nos trouxe a conta duas vezes, sem que pedíssemos e, enquanto o Daniel ainda estava na metade do ice tea que pediu, ele veio pedir, por favor, que pagássemos a conta. Quanta pressa! Parecia que tinha medo de dar o calote, pelo visto. Saímos sem deixar gorjeta. E digo mais: o crème brûlée da Bordeaux, aqui em Petrópolis, é mais gostoso e ainda finalizam com o maçarico na mesa 😛

Chá gelado de cereja
Chá gelado de cereja
Em Paris, vinho...
Em Paris, vinho…
... é mais barato que água.
… é mais barato que água.
Especial Amélie Poulain
Especial Amélie Poulain

Por fim, no nosso último dia em Paris, conseguimos descobrir onde se pegava o Batobus! rs Eles são barcos no estilo “entre e saia quando quiser”. Você pega em um dos pontos e o bilhete vale para todo o dia. Se não me engano, custa 16 euros por pessoa, mas vale a pena. Ele para em locais como Notre Dame, D’Orsay, Torre, Arco do Triunfo, etc. Se você quiser, pode ficar dentro do barco e só curtir o passeio, que foi o que nós fizemos, pois já tínhamos rodado a cidade toda a essa altura! O barco vai bem devagar e não dá enjoo, além de ser super seguro e uma oportunidade única de navegar no Rio Sena.

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Deixamos nossa marca na ponte dos apaixonados <3
Deixamos nossa marca na ponte dos apaixonados <3

Minha impressão de Paris foi de que é uma cidade linda, cheia de história em cada esquina e muito plural, em termos de raças, línguas, costumes. Apesar de ser a cidade mais visitada do mundo, não dá pra sentir isso o tempo todo. Nada é cheio ao extremo, o transporte público funciona, quase não pegamos engarrafamentos e é tudo lindo demais. As pessoas são mais simpáticas do que você imagina e se eu vi alguém fedendo por lá, eram turistas no aeroporto rs Amei Paris muito mais do que imaginava e pretendo voltar um dia, pra passar mais tempo.

Ufa! Por enquanto, é só. Depois volto pra falar sobre a nossa próxima capital: Londres.

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Dica de passeio: exposição Artoons, no Rio de Janeiro

A Casa Daros é um espaço bem legal. Descobri isso sem sequer entrar na mansão que fica na Rua General Severiano, em Botafogo. Eu e Daniel passamos uma tarde de domingo lá, num daqueles dias em que a gente dá o reino pra não cozinhar. Tomamos um café no Mira! Restaurante e Café, o coado na mesa mesmo (R$9 para duas pessoas) e comemos quitutes bem gostosinhos.

Mas a grata surpresa foi do lado de fora do café. As paredes de dentro estavam todas decoradas de cartuns, mas as de fora tinham aqueles e tantos outros bem grandões de fora a fora no prédio. O que todos tinham em comum era uma visão bastante sarcástica do mundo da arte em que muita gente reconhece ali artistas, amigos e, convenhamos, a si mesmo.

Nos divertimos bastante lendo 40 os “artoons”, como os chama seu criador, Pablo Helguera. Dali mesmo voltamos pra casa, com um sorriso no rosto e a vontade de conhecer o interior da Daros. Esses são alguns dos meus favoritos:

Café coado no Mira!
Café coado no Mira!

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Artoons segue até 30 de março na Casa Daros Rio. Mais informações aqui.

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Minas

Voltei à terrinha. Na verdade, fui pra Belo Horizonte ver gente querida, mas não me canso de falar aqui o quanto Minas Gerais mexe comigo, com sua gente educada, suas montanhas e seu café com pão de queijo. Pequenos recortes dos dois dias lindos que eu Daniel passamos lá:

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Weekly Photo Challenge: Meu ano em fotos

Esse não foi particularmente o melhor ano da minha vida, mas foi o ano em que mais realizei sonhos. Conheci as cidades históricas de Minas, um sonho de infância; fui a Paraty, na Flip; vi Los Hermanos, Madonna e Bob Dylan; e, por fim, criei coragem, pedi demissão e me dei férias.

Foi também um ano em que olhei pra trás. Deixei de ouvir discos novos pra conhecer o melhor da música brasileira e fui pouco ao cinema, apesar de estar, aos poucos, riscando os filmes da lista.

Aceitando o desafio do WordPress, meu ano em fotos foi mais ou menos assim:

Comecei as aulas de bateria;

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Conheci alguns dos meus ídolos no jornalismo;

Alberto Dines
Alberto Dines
Ana Maria Bahiana
Ana Maria Bahiana
Arthur Dapieve
Arthur Dapieve
Zuenir Ventura
Zuenir Ventura

Vi o Circo da Turma da Mônica;

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Fui a shows lindos de viver;

Marcelo Camelo
Marcelo Camelo, de novo
Noel Gallagher and the High Flying Birds
Noel Gallagher and the High Flying Birds
Bob Dylan
Bob Dylan
Madonna
Madonna
Titãs 30 anos
Titãs 30 anos
Los Hermanos
Los Hermanos
Tulipa Ruiz e Marcelo Jeneci
Tulipa Ruiz e Marcelo Jeneci

Realizei sonhos de gordice;

O cheesecake, pra entender do que a Rachel e o Chandler estavam falando
O cheesecake, pra entender do que a Rachel e o Chandler estavam falando
O café que todo mundo bebe nos filmes e nas séries
O café que todo mundo bebe nos filmes e nas séries

Conheci as cidades históricas de Minas Gerais, um sonho desde os 9;

Tiradentes
Tiradentes
São João Del Rei
São João Del Rei
Congonhas
Congonhas
Ouro Preto
Ouro Preto
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Ouro Preto

Conheci os queridos do Cinema de Buteco em BH;

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Completei minha coleção de filmes do Al Pacino, que vinha fazendo há cerca de cinco anos;

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Fui à Festa Literária Internacional de Paraty pela primeira vez;

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Encontrei o Verissimo pela segunda vez!
Encontrei o Verissimo pela segunda vez!
Fabricio Carpinejar
Fabricio Carpinejar

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Fui ao Festival do Rio pela primeira vez;

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E ganhei um belo de um ensaio do fotógrafo Cadu Dias.

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Nada mal para um ano que cumpriu sem prometer…

Desejo a você um 2013 de muita saúde, bons amigos, amores, grandes livros e filmes, músicas inspiradoras e sonhos realizados!

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Weekly Photo Challenge: Green – 50 tons de verde em Petrópolis

O desafio fotográfico do WordPress essa semana é na cor verde. Vale pra qualquer assunto, mas me lembrei que moro em uma cidade muito arborizada. Não precisei sair à rua para clicar novas imagens: a maioria das minhas fotos ao ar livre inclui esse verde onipresente.

Aliás, é quase impossível tirar uma foto de algum ponto turístico em Petrópolis e não enquadrar a vegetação que permeia toda a cidade. Uma parte considerável do território é coberta pela Mata Atlântica, o que garante muitas paisagens bonitas. Assim, não há foto que fique feia!

Extensão da Avenida Koeler e vista da Catedral de São Pedro de Alcântara
Relógio de Flores na Universidade Católica de Petrópolis
Palácio Quitandinha, que já foi cassino, hotel e hoje é uma unidade do Sesc
Chegada ao Parque Nacional Serra dos Órgãos pelo Bonfim
Palácio Rio Negro, casa de veraneio da Presidência da República
Jardim do Palácio de Cristal
Jardim do Museu Imperial
Fachada do Museu de Cera
Igreja Luterana
Catedral de São Pedro de Alcântara
Casa de Santos Dumont
Palácio Amarelo, onde funciona a Câmara Municipal de Petrópolis
Cachoeira no Parque Nacional Serra dos Órgãos

Todas as fotografias por Nathália Pandeló

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