Olá!

Bem-vindos ao meu mais novo espaço. Transferi o Madeira de Deriva para o meu próprio domínio, onde vou centralizar muito melhor todos os meus textos, vídeos e outros trabalhos que realizo por aí, escrevendo sobre cinema, literatura, TV e muito mais.

O nathaliapandelo.com.br vai ser do mesmo jeitinho do blog antigo, mas muito mais a minha cara e, se tudo der certo, com um pouco mais de carinho e atualizações mais frequentes.

Espero que vocês continuem me acompanhando por aqui 😉

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Novo canal no YouTube! :)

JEMT

PARA TUDO

TEM CANAL NOVO NA ÁREA

EEEEEE o/

Eu e Daniel nos unimos em mais um empreendimento, que é – TCHAN TCHAN TCHAN TCHAN – falar aleatoriedades no YouTube, porque ninguém é de ferro.

Vamos tentar fazer isso uma vez por semana. Isso sendo: falar de livros, filmes, HQs, séries, etc. Sabemos que existem 5676413541646 canais no YouTube que fazem o mesmo, mas nenhum com o nosso jeitinho, a nossa carinha, a nossa perspectiva de quem não só consome cultura aos montes, mas que também trabalha nesse meio. Daniel é escritor e eu sou jornalista, e formamos a Build Up Media, que atende a músicos, estilistas, fotógrafos e outros artistas em geral. Quer dizer: respiramos essa coisa toda, então montamos o “Cultura a Dois”.

Ou seja: vem com a gente, que vai ser legal, vai ser divertido.

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Nova cara… sort of.

2014 começa com uma pequena mudança aqui no blog. Você deve ter notado, já que chegou ao novo endereço, madeiradederiva.wordpress.com. Esse é o novo nome desse espaço, já que reflete um pouco do que ele é: destroços do Flores na Janela, que estava meio que solto por aí, prontos para serem reformados, reaproveitados, reinventados.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=X8MkED1_dfk&w=420&h=315]

Não é bem uma resolução de ano novo, mas um propósito que já venho adiando há alguns meses. Com a definição do novo nome – lembrado pelo meu querido noivo da música de Jorge Drexler (e, coincidentemente, outra música do Travis) -, veio a vontade de voltar a escrever por aqui. Dar pitacos sobre o que acontece por aí e passar adiante dicas de filmes, séries de TV, livros. Ou seja, o de sempre, mas diferente. Entende?

Então é isso. Feliz 2014, coisa e tal.

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Quando o filme é melhor que o livro

Julie_and_juliaO livro é melhor que o filme, mas nem sempre. A maior prova que tive disso foi “Julie & Julia”, em que Julie Powell conta como foi o projeto em que cozinhou todas as receitas de Julia Child no livro “Mastering the art of french cooking” em um ano. A ideia virou blog, que virou um contrato com uma editora, que virou um filme estrelado por ninguém menos que Meryl Streep. Essa me parecia uma ótima história de superação, tema de um dos meses do Desafio Literário – a essa altura do campeonato, já nem me lembro de qual – e acabei comprando o livro porque:

a. Gostei do filme (me deixa);

b. Achei que poderia aprender algo com Julie, que foi de uma secretária em uma repartição do governo a escritora freelance bem paga – ou seja, de algo que ela não gostava para sua verdadeira paixão;

c. Também estou começando a tomar gosto pela culinária, e esperava pegar algumas dicas de outra “novata” no assunto.

Mas quando consegui pegar “Julie & Julia” entre os tantos outros que se acumulam do lado da minha cama, tinha acabado de ler Franz Kafka, Luis Fernando Verissimo, Mia Couto, Jonathan Franzen e Vinicius de Moraes e lia, como meu livro de contos ou crônicas da vez, “Bestiário”, de Julio Cortázar. Então eu abria as páginas e me deparava com um texto à la “querido diário”, cheio de comentários (e com erros de acentuação na edição da Record) sobre como o trabalho no governo é ruim e chato, como era difícil encontrar em Nova York os ingredientes para receitas francesas escritas há mais de 50 anos, como é fácil engordar comendo tanta manteiga e como suas amigas fazem mais sexo que você, casada com o namorado da época do colégio, e por isso são promíscuas. Mi, mi, mi.

Amy Adams as "Julie Powell" in Columbia Pictures' Julie & Julia.

Levei quase um mês para superar essas 350 páginas, algo impensável pra mim  – mesmo durante fechamento de revista, provas na faculdade e com o dobro de trabalho na empresa.  Mas, como me sinto culpada em abandonar um livro, fui até o final. E cheguei até lá sem ter aprendido como ficar milionária com um blog ou a fazer um prato que pareça no mínimo apetitoso. Acho que vou pegar essa experiência, transformar em um blog sobre como é difícil chegar até o fim de certos livros, conseguir um contrato com uma editora e escrever o meu próprio relato de memórias que ninguém quer ler.

Porque a verdadeira história de superação é a de quem chega ao final de “Julie & Julia”. Um conselho? O filme é bem mais legal. É da Nora Ephron.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=qqQICUzdKbE&w=640&h=360]

Update (31/12/2013): Acabei de rever o filme e gostaria de dizer apenas que: Nora melhorou a história em uns 300%.

Leia também: Carta aberta a Nora Ephron

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